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Um sucesso de vendas

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Ford Corcel 1968-1970 Origem : Brasil Mecânica : Motor 1.3. Carroceria : O Corcel é oriundo do projeto "M", feito em parceria com a Renault, que deu origem ao Renault 12 na França e, com carroceria diferente, ao Corcel no Brasil. Foi lançado como sedã de 4 portas, sendo o cupê lançado logo depois em 1969. Depois surgiu a perua Belina. Características : Tinha bom acabamento interno e muitas inovações mecânicas, mais que seu concorrente direto, o Volkswagen 1600 (famoso "Zé do Caixão"). O Corcel era econômico e muito confortável para a época, sendo um sucesso de vendas. Performance : Nem mesmo a versão GT (com motor um pouco mais potente) disfarçava a baixa potência deste carrinho, que levava mais de 20 s para alcançar 100 km/h. Curiosidades : Em 1969 foi eleito o "Carro do Ano" pela revista Autoesporte; O nome "Corcel" foi inspirado no Mustang, modelo Ford de grande sucesso nos Estados Unidos; Foi o primeiro carro brasileiro com radiador selado.

Jaguar de italiano

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De Tomaso Deauville, 1971-1988 Origem : Itália Proposta do veículo : De Tomaso queria fornecer sua própria alternativa ao Jaguar XJ6, mas com uma reputação mais glamurosa e um nome mais exótico. Mecânica : O mesmo motor Ford V8 que tinha sido escolhido para o Pantera, com opção entre câmbio manual e automático. Com 5,7 litros, desenvolvia cerca de 330 cv. Carroceria : Sedan grande de 4 portas. As estruturas foram construídas pelo estúdio Ghia. Características : Um carro rápido, bem acabado e elegante, mas que nunca vendeu em largas quantidades. Performance : Velocidade máxima de 230 km/h. Curiosidades : Somente 208 unidades foram fabricadas; Uma versão única "Station Wagon" foi construída para a esposa do Sr. De Tomaso.

Um Challenger e seu destino

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Dodge Challenger 1970-1971 Cena do filme "Vanishing Point" (Uma Corrida Contra o Destino) Um Dodge Challenger R/T 440 1970 foi o escolhido para protagonizar este filme, em que o ator principal faz uma aposta com um amigo que conseguiria fazer o percurso entre Denver e São Francisco em apenas 15 horas. Para conseguir a façanha, ele teria que manter uma média de 140 km/h durante todo o percurso, o que parece ainda mais difícil quando ele tem que enfrentar a polícia de quatro estados e outras barreiras inesperadas. A saga de Kowalski teve uma refilmagem em 1997, mas que não chega aos pés da versão original filmada em 1971. O Challenger acima é a versão T/A deste Muscle Car. A versão T/A foi produzida somente durante o ano de 1970. A sigla "T/A" significa "Trans Am", ou seja, foi uma versão fabricada para o campeonato Sports Car Club of America's Trans American Sedan Championship. Quando comparada à versão básica do Challenger, tinha várias diferenças....

Olhos de Serpente

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Le Zebre 1909 Este exemplar pertenceu à família do nosso pai da aviação, Santos Dumont. Diz-se que o primeiro veículo motorizado a rodar no Brasil foi trazido exatamente por Santos Dumont em 1891. O veículo era um Peugeot. Alguns anos depois, em 1909, a família trouxe este outro veículo, da marca Le Zebre. Este curioso veículo tem faróis a carbureto, pára-brisa em forma de monóculo, volante à direita e buzina manual em forma de serpente, sendo que os olhos do adorno são de uma cobra de verdade.

O primeiro veículo com tela "touchscreen"

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Buick Riviera 1986-1993 O Riviera lançado em 1986 tinha uma plataforma reduzida, compartilhada com o Buick Regal. O motor V6 passou a ser a única opção, gerando uma potência de 142 HP. Esta geração destacou-se pela instrumentação eletrônica avançada, principalmente por ser o primeiro veículo que possuía controles numa tela "touchscreen". Freio a disco nas quatro rodas eram de série. As dimensões reduzidas, um estilo mais conservador (ao contrário das gerações anteriores do Riviera) e a falta de um motor V8 fizeram as vendas despencarem.

O pequeno Capri Norte-Americano

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Mercury Capri 1991-1994 O Capri, modelo da Ford de sucesso na Europa, passou a ser vendido nos Estados Unidos a partir de 1970, mas sob a divisão da Lincoln/ Mercury. Eles não tinham a identificação da marca, apenas o nome "Capri". Porém, eles eram conhecidos como Mercury Capri. Em 1979, a Ford começou a vender o novo Mercury Capri como sendo um Ford Mustang com a marca Mercury. Até que em 1986 o Capri foi descontinuado. Em 1991, um novo Mercury foi introduzido, importado da Austrália. Era um conversível de quatro lugares, com um motor de 1,6 litros que rendia 100 HP. Havia também uma versão turbo. Apesar do nome Capri, o novo carro não tinha muito a ver com as gerações anteriores. Em 1994 ele foi definitivamente descontinuado.

O Ciclone da Mercury

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Mercury Cyclone Fastback 1968-1969